Cacau Corazza: Erros bobos

Confira aqui no INfoesporte a coluna de Cacau Corazza

Por INfoesporte

25/05/2017 - 11h08

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ERROS BOBOS

O Figueirense foi à Campinas enfrentar o Guarani, na última terça-feira (23), motivado pelas duas primeiras vitórias na Série B. E além de jogar com os portões fechados, o Figueira encontrou um adversário que queria a vitória dentro de casa.

A partida feita pelo Furacão não pode ser considerada ruim, mas não foi igual as duas primeiras. O Figueira não conseguiu prender o Bugre no jogo, faltou ter o domínio nos passes, como fez nas rodadas anteriores, Thiago Rodrigues falhou nos dois gols do adversário e o ataque alvinegro não soube aproveitar as chances que teve. A saída do lateral Dudu também fez com que o time rendesse menos pela direita.

Era jogo para trazer os três pontos para Florianópolis, mas como falei, Série B é pé no chão mesmo no embalo, até porque são jogos pegados e precisam ser pensados. O Figueirense mudou como se fosse da água para o vinho, se analisarmos o início da temporada deste ano. Com os 15 novos atletas e a mudança de postura, a equipe tem conseguido mostrar um futebol melhor, colocar a bola no chão e não agir como se ela queimasse nos pés, como era antes.

Os erros na defesa, falta de qualidade e incompetência nas finalizações não podem ser corriqueiras se o time almeja o acesso. É uma equipe que tem melhorado, mostrado vontade e voltou a trazer esperança ao torcedor. Mas é bom ficar sempre ligado porque falhas como as que aconteceram contra o Guarani não podem ser constantes. O Furacão só entra em campo na próxima terça-feira (30), contra o Boa Esporte, no Scarpelli.

HORA DE SE MEXER

Ninguém tira o mérito de conquistas da equipe junto com o técnico, mas a inteligência é mostrada quando se muda uma estratégia que já não está mais dando certo. Dois atletas poderiam ter dado mais ritmo contra o São Paulo, Simião e Lucas Otávio. Digamos que isso fala um pouco sobre o que o Avaí tem vivido. As conquistas vieram, mas agora a produtividade caiu.

O Leão tem setores falhos e precisa de reforços, mas tem demorado para contratar. Enquanto isso, o meio-campo segue sem produzir muito, o ataque ineficiente e os adversários já conhecem o estilo de jogo avaiano. Três reforços foram citados pelo presidente do Avaí, mas até agora nenhum deles vem.

Propostas de qualquer outro clube tem chamado mais atenção dos atletas. Assim como aconteceu com o Capa, no ano passado, o nome dele foi falado e nem se quer cogitavam, até que depois assinaram com o atleta e hoje ele é uma peça importante. A mesma história foi com o Belusso, ontem (24) premiado como craque do Catarinense, o Avaí ofereceu um valor, atleta pediu mais e o Leão se negou a pagar, e hoje o atacante está no Londrina. Se pensar um pouco e reavaliar alguns jogadores que estão na Ressacada e já deveriam ter sido dispensados, daria para pagar. Enfim, é um dos casos.

A demora nas contratações e a teimosia em escalar alguns atletas fez com que o Avaí caísse na produtividade. O próximo jogo do Leão é segunda-feira (29), contra a Chapecoense, na Arena Condá, se a equipe entrar em campo com a raça que jogou a final do Catarinense lá, pode levar, mas do jeito que entrou contra o São Paulo é difícil.

 

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