29/09/10
ASA 1 x 2 Figueirense – Barakaense – Por Diego Simão
Se para alguns a vitória sobre o ASA por dois gols a um foi uma surpresa, para quem me acompanha no twitter ao fim da tarde já profetizava o resultado. Iluminado por uma conspiração galáctica, eu divulguei na bucha e em cheio o resultado do embate, surpresa é para os fracos.
Enfim, mas deixando de lado os assuntos exotéricos, o título do post é sugestão do meu querido chefe de jornal Alvinegro, Tadeu Meyer. Título muito bem elaborado e pensado sob a influência embriagante da vitória, Baraka é ídolo e representa o momento alvinegro. Momentos de gênio (como no passe para o segundo gol) e momentos de baixa (como a furada na frente da zaga logo após).
Se de um lado Baraka promoveu, portanto, momentos belos, Willian, ainda de acordo com o rei da diagramação, Tadeu Meyer, merece a reserva. O assunto, claro, é de um embate filosófico e tático profundo tanto quanto as fossas Marianas no oceano Pacífico, e ninguém pode dizer que sabe tudo sobre o assunto.
Certo é que mais uma vez o alvinegro não mostrou o fino da bola, mas três pontos conjugados com uma penca de resultados favoráveis fizeram desta rodada uma da melhores para o alvinegro. Não apenas nos mantemos no G4, também somos vice-líderes, cada vez mais perto do líder e distante do quinto colocado. Que beleza!
Aliás, quinto colocado que não fica mais parado no mesmo galho. A Macaca, vulgarmente conhecida como Ponte Preta, não ganhou em casa do Coxa Branca, e vem a Floripa para ser enviada ao espaço assim como aquele macaquinho russo que foi o primeiro mamífero* em órbita.
Mas tudo bem, o momento é de comemorar, aproveitar e bebemorar os três pontos. Alegria, alegria! Estamos no G4.
Fala ai meu querido e amado leitor, como você viu o jogo? Mais tarde comento com mais profundidade o jogo, agora é hora de dormir.
Abraço fraterno e carinhoso de quem vai voltando. Cuidado com as tartarugas voadoras! A gente se fala.
Abraço do Tainha
* Me corrigiram dizendo que foi a cachorrinha Laika, mas vou ignorar o fato histórico em prol da manutenção da coesão do texto.




