03/03/10
Categorias de base retornam das férias – por Meu Figueira
A base do Figueirense é a mais vitoriosa de Santa Catarina faz tempo, mas muitos jogadores não deram certo quando subiram para os profissionais. Alguns estão emprestados, outros machucados (caso do Talhetti) e teve jogador que já deixou o Scarpelli. Confira a relação:
Dalton (goleiro): Rio Claro – 22 jogos pelo profissional
Geziel (goleiro): Tombense – Nunca jogou pelo profissional
Anderson Luis (lateral/volante): MIrassol – 78 jogos pelo profissional
Dieyson (zagueiro): Corinthians-AL – 15 jogos e 1 gol pelo profissional
Luiz Eduardo (zagueiro): Segue treinando no clube. Nunca jogou pelo profissional do FFC. Ano passado esteve emprestado ao Juventus-SC
Edson Galvão (volante): Imbituba – 10 jogos e 1 gol pelo profissional
William Matheus (lateral-esquerdo): Tombense – 29 jogos pelo profissional
Franklin (atacante): Tombense – 2 jogos pelo profissional
Marquinhos Júnior (atacante): América de Rio Preto – 8 jogos e 1 gol
Jogadores com contrato rescindido:
Michel Schmoller (volante): Brasiliense – 24 jogos e 1 gol pelo profissional
Alguns dos juniores emprestados teriam lugar no time do Figueirense hoje? Luan e Héber podem fazer parte do profissional?
Este é um dos grandes responsáveis por um novo momento que o Figueirense vive no Campeonato Catarinense de 2010. Na foto acima, zagueiro que atuou pelo clube durante 4 anos. Atualmente, é o tecnico do Alvinegro. Até o momento, Márcio Goiano tem oito partidas no comando do time, sendo que teve cinco vitórias, dois empates e uma derrota. O aproveitamento do técnico não é dos piores, mas o que preocupou torcedores, foi a forma vexatória como o Furacão do Estreito perdeu sua última partida.
Márcio veio para o Figueirense ainda no ano passado para ser auxiliar técnico do clube em 2010. O técnico que veio para trabalhar juntamente com ele, foi Rene Weber, que após cinco partidas (uma vitória, duas derrotas e dois empates), acabou deixando o comando.
O ex-zagueiro alvinegro assumiu de forma interina o comando da equipe e seu primeiro jogo foi um clássico no estádio Orlando Scarpelli, o jogo terminou empatado em 2 a 2. Logo na primeira partida à frente da equipe, já foi possível ver uma mudança tática e uma maior motivação para os jogadores. De lá para cá foi visível a melhora do time, apesar de alguns erros, é possível afirmar que o time melhorou muito, mas é necessário melhorar ainda mais se deseja ser mais uma vez o Campeão Catarinense.
Diferentemente do técnico anterior, Márcio jogou no Figueirense em 2001 e foi capitão do time no Campeonato Brasileiro em 2003 e 2004, conhece o clube, a estrutura e jogadores (inclusive que foram companheiros dele). Fica claro que foi um erro a FPSA querer trazer um outro treinado. Goiano ainda tem muito que aprender para trilhar uma carreira de sucesso, mas o principal ele tem. Confiança, competencia, conhecimento, talento e tem uma coisa muito importante. É grato ao clube que defendeu durante quatro anos de sua carreira.





