A importância de ter sido boleiro

4 de novembro de 2009 - 10:26 - por Infoesporte

Silas foi jogador e dos bons.
Foto: Edu Cavalcanti/INfoesporte

Há uma discussão tremenda no futebol soube o assunto perfil de treinadores de futebol. Uns acreditam que o técnico não necessariamente precisa ter sido um jogador profissional, basta que conheça do esporte e saiba colocar em prática aos seus comandados. Por outro lado, existem aqueles que têm a opinião: treinador tem que ser ex-jogador, pois segundo eles sabe “falar” a língua dos boleiros.

Independente do que é certo nesta questão, o fato é que, por exemplo, no aspecto de Florianópolis, os treinadores de Avaí e Figueirense são ex-jogadores e por curiosidade atuaram juntos no São Paulo: Márcio Araújo, treinador do alvinegro, e Silas Pereira do Avaí.

E no último jogo do Avaí aconteceu um fato no mínimo inusitado. Afinal, Silas enfrentou Antônio Lopes, um treinador que comandou Silas na época de jogador, justamente no Atlético Paranaense. O que isso tem a ver? Tudo. Afinal, por ter sido jogador do “delegado”, Silas conhece a maneira que o seu ex-professor gosta de armar a equipe e é ciente dos pontos fortes e fracos.

Tanto que diante do Furacão paranaense, o Leão fez uma partida impecável, muito ajudado por Silas conhecer bastante o modo Antônio Lopes de armar os times. Portanto, ser ex-jogador de futebol no cargo de técnico pode até não ser o mais certo, porém, ajuda e muito. Silas é o exemplo.

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